quinta-feira, 25 de setembro de 2014

NOTA DE ESCLARECIMENTO

É COM ABSOLUTO RESPEITO E RESPONSABILIDADE PELOS MUNÍCIPES E TODA A COMUNIDADE LGBT REGIONAL, QUE O GRUPO EROS,
POR MOTIVOS FINANCEIROS E CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS, ADIAR A 10ª PARADA GAY DE ILHÉUS PARA O DIA 19 DE OUTUBRO DE 2014.
COMPREENDEMOS QUE A PRIORIDADE MAIOR DAS ENTIDADES ENVOLVIDAS É A ORGANIZAÇÃO, A SEGURANÇA, A RESPONSABILIDADE SOCIAL, A PREVENÇÃO ÀS DST/HIV/AIDS, SÍFILIS E HEPATITES VIRAIS E O COMBATE A TODAS AS FORMAS DE PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO LGBT.
SABEMOS DA NECESSIDADE E DA CARÊNCIA DA NOSSA GENTE POR EVENTOS DESSE PORTE E DESSE DIRECIONAMENTO. AGRADECEMOS ÁS PESSOAS QUE, DIRETA OU INDIRETAMENTE PARTICIPAM COM DOAÇÕES, APOIO, GESTOS E PALAVRAS. VERIFICAMOS O RESPEITO E A GRAVIDADE COM QUE A SOCIEDADE ILHEENSE NOS ABORDA E QUER SATISFAÇÕES ACERCA DESTA GRANDE REALIZAÇÃO.
SENDO ASSIM, ENTENDEMOS A NECESSIDADE DA REALIZAÇÃO DA NOSSA PARADA NA DATA ACIMA MENCIONADA, DE FORMA A GARANTIR A QUALIDADE E A TRADICIONAL MANIFESTAÇÃO ANUAL DA COMUNIDADE LGBT DA CIDADE DE ILHÉUS.
ESTAMOS DISPONÍVEIS PARA DIRIMIR QUAISQUER DÚVIDAS SOBRE A REALIZAÇÃO E A CONCRETIZAÇÃO DA 10ª PARADA GAY DE ILHEUS E, ACIMA DE TUDO, PEDIMOS DESCULPAS PELA NOTÍCIA TARDIA.

domingo, 21 de setembro de 2014

CAMISA OFICIAL DA 10ª EDIÇÃO PARADA GAY DE ILHÉUS

CAMISA OFICIAL DA 10ª EDIÇÃO PARADA GAY DE ILHÉUS A PARTIR DE TERÇA FEIRA........
CONTATO: (73) 8855-5712 WALTÉCIO 
(73) 8801-2992
MAURICIO (73) 8831-8237


sábado, 20 de setembro de 2014

Veja a foto do gogo que ira se apresentar na PARADA GAY DE ILHÉUS 2014

A 10ª edição da Parada Gay de Ilhéus,dia 19 DE OUTUBRO 2014

A 10ª edição da Parada Gay de Ilhéus, com o tema principal “HOMOFOBIA AQUI NÃO!", . O grupo Eros também desfilará com2 trio animado pelo DJ, Gogo Boys de Salvador e convidados.. 


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

"Deus ama os gays": outdoor aparece em cidade americana onde igreja os hostiliza


Sede da Westboro Baptist Church, a cidade de Topeka está sob a influência do discurso extremo da igreja contra a população LGBT.

Com fundo levantado por meio de financiamento coletivo na plataforma de crowdfundingIndiegogo, a página do Facebook "God", onde "Deus" deixa mensagens para perto de 2 milhões de seguidores, iniciou uma campanha na cidade. A primeira ação foi a instalação de outdoor com a frase "God Loves Gays" (Deus ama os gays).

"Eles (a igreja) carregam uma mensagem, carregada pelo ódio, de que Deus odeia os gays. Esta mentira do mal vem sendo disseminada pelo mundo por fanáticos como eles há milhares de anos. Chegou a hora de mostrarmos que está errado. Deus ama gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros!", dizem no site os organizadores da campanha.
Novos outdoors virão: o projeto reuniu até o momento mais de US$ 80 mil, quando a meta era captar U$ 50 mil. Mais letreiros como este serão erguidos em vários pontos dos Estados Unidos.

Para advogado, morte de jovem gay deveria mobilizar população

Assim como aconteceu no Chile, o assassinato brutal de um jovem gay em Goiás deveria mobilizar a população no Brasil para que pressionar pela aprovação da lei que criminaliza a homofobia, aponta Dimitri Sales, advogado de causas LGBTs.
A morte de João Antônio Donati, cujo corpo foi encontrado na última quarta-feira (11) em um terreno baldio com um saco plástico na boca, em Inhumas (GO), lembra a trágica história do chileno Daniel Zamudio. O jovem foi cruelmente torturado durante 6 horas por quatro homens em Santiago, capital chilena, e morreu 25 dias depois por consequência dos ferimentos graves. A sua morte, no entanto, não foi em vão e mobilizou a população a pressionar o governo, que aprovou a criminalização da homofobia no país.
Segundo Dimitri, a não ser que algum fato (que tal o assassinato de João?) seja capaz de mobilizar a sociedade, está muito distante o dia em que a homofobia será criminalizada no Brasil. “Na ausência da lei que criminaliza a homofobia, o caso de João Antônio será julgado como homicídio simples. Se a homofobia fosse crime, a polícia poderia encaminhar a investigação numa linha mais clara”, comenta.

O advogado se lembra do caso do professor gay de filosofia Alessandro Faria, que foi agredido na Rua da Consolação, em São Paulo, por cinco skinheads. “Os criminosos foram identificados, mas levamos 15 dias para convencer o promotor, que não se sentia autorizado a promover a prisão daqueles skinheads, porque não havia uma lei que tipificasse aquela conduta”.
O único projeto de lei que criminalizava a homofobia no Brasil (PL 122) foi juntado ao projeto de reforma do Código Penal Federal.
Dimitri também aponta que o incêndio que atingiu o Centro de Tradições Gaúcha (CTG) Sentinelas do Planalto, em Santana do Livramento (RS), na madrugada desta quinta-feira (11), também seria melhor apurado pelas autoridades se a homofobia fosse um crime no País. O local iria sediar um casamento gay neste sábado (13) e a polícia suspeita que o fogo tenha sido provocado por um ato criminoso. “Mesmo sem vítimas, é um crime de ódio. São dois casos paralelos que mostram a urgência de criminalizar a homofobia”, conclui o advogado.

São Paulo lidera ranking de candidatos pró-LGBTs, segundo campanha #VoteLGBT

São Paulo é o Estado com o maior número de candidatos ao Legislativo que se dizem a favor das causas LGBTs, de acordo com o site campanha #VoteLGBT, acessado às 17h da última sexta-feira (12). São 30 candidatos a senador, deputado estadual e deputado federal, seguidos de 11 no Distrito Federal e 10 no Rio de Janeiro.
Nenhum candidato dos estados do Acre, Alagoas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins havia sido incluído ao Vote LGBT até então. 
Segundo um dos organizadores da campanha, Marcos Visnadi, a lista ainda deve aumentar até as eleições, marcadas para o próximo dia 5 de outubro. “Todo dia recebemos dezenas de novas indicações, e conferimos uma a uma para saber quais candidatos merecem a divulgação. Não sei se conseguiremos, até o fim da campanha, saber exatamente quantos candidatos ao Legislativo brasileiro são pró-LGBT”, diz.
Não vamos medir esforços para viralizar ao máximo a ideia e a importância do #VoteLGBT" (Marcos Visnadi)
Visnadi aponta que o intuito do #VoteLGBT, além de listar todos os candidatos ao Legislativo que se comprometem com os direitos gays, é também o de disseminar a ideia da importância de ter políticos eleitos que sejam pró-LGBT e fomentar o debate de qual seria o melhor jeito de acabar com a homofobia e transfobia no Brasil.
“Não vamos medir esforços para viralizar ao máximo a ideia e a importância do #VoteLGBT. Estamos com vários projetos de vídeo, texto e ilustração. Quem quiser colaborar, é só escrever pra gente”, comenta.
página da campanha na internet é constantemente atualizada, para inserir novos candidatos que se propõem a defender causas LGBTs caso sejam eleitos. Para ser incluído no site, o candidato precisa enviar para o material de campanha (físico ou virtual) que comprove o compromisso com a causa LGBT e também responder as questões propostas por eles.

Ato em memória de gay assassinado tem presença de Eduardo Jorge e Laerte em SP

Cerca de 500 pessoas prestaram homenagem a João Antônio Donati e pediram pela criminalização da homofobia
O candidato à Presidência, Eduardo Jorge, durante ato público em memória do jovem João Antônio Donati, pela criminalização da Homofobia, no Largo do Arouche, em São Paulo

O ato público em memória de João Antônio Donatiassassinado na última quarta-feira(10), reuniu cerca de 500 pessoas no Largo do Arouche, em São Paulo, na noite deste sábado (13). Entre homenagens ao jovem homossexual e pedidos de criminalização da homofobia, o candidato à presidência Eduardo Jorge (PV) discursou a favor das causas LGBTs.
Entenda o caso
O corpo de João Antônio Donati, de 18 anos, foi encontrado em um terreno baldio em Inhumas, região metropolitana de Goiânia, na última quarta-feira (11). Ele tinha sinais de violência e um saco plástico dentro da boca.
O suspeito pelo crime foi preso na tarde de sexta-feira (12) depois que seu documento de identidade foi encontrado próximo ao local onde o corpo amanheceu. De acordo com o delegado que estava conduzindo o caso, Humberto Teófilo, o jovem trabalhava numa fazenda da região, em uma plantação de tomates. Em depoimento, ele disse que manteve uma relação sexual com João no mesmo terreno onde ocorreu o crime.
"Após a relação, ele se desentenderam e partiram para luta corporal. Ele matou o João asfixiado, pegou o papel que estava em um lixo e colocou na boca dele, segundo ele, porque estava 'muito nervoso'", contou o delegado ao G1. O suspeito afirmou que não conhecia a vítima e que não é homossexual, mas que já se relacionou com outros homens