dj nando jablonski

sexta-feira, 15 de março de 2013

Gay Pride Party

6 de abril às 19:00 até 7 de abril às 05:00 em UTC-02
Condomínio Paraíso Tropical em frente ao Psiu! e ao lado da Pousada Veneza!
"Preconceito e exclusão, fora de cogitação!"

VEM AI MAIS UM ENCONTRO REGIONAL "GLS" À BEIRA MAR TOTALMENTE SEM PRECONCEITO E COM MUITA GENTE BONITA!

""Uma Mega Estrutura de som e Iluminação.E o melhor a Beira Mar!!!

ATRAÇÕES:

Dj Juliano Jazz
Dj Primus
Dj Rafael Zeus

E MAIS : GOGO-DANCE e brincadeiras que vão enlouquecer à todos.

LOCAL: Condomínio Paraíso Tropical, Rua C 117, Rod. Ilhéus-Olivença km 1 ao lado da pousada Veneza.

OBS: NO LOCAL ONDE SERÁ REALIZADA A FESTA ESTÃO DISPONÍVEIS QUARTOS PARA ALUGAR, MAIORES INFORMAÇÕES LIGAR PARA (73) 36328157 Falar com Margaria.


INGRESSOS: Os ingressos serão vendidos em BLITZ na praça da catedral (a estipular os dias) ou na mão dos organizadores David Djamim e Thiago Lima!
Telefone: 91382297 \ 91091674 \ 88620617

Valor do ingresso: R$ 30,00 Antecipado.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Obama escolheu a hora certa para apoiar casamento gay

Anúncio foi tiro certeiro no momento em que metade da população americana aceita a união, o que poderá atrair mais votos ao presidente que tenta reeleição


Desde que Barack Obama se tornou o primeiro presidente dos EUA a apoiar publicamente o casamento gay, há pouco mais de uma semana, os homossexuais e simpatizantes dividiram-se em dois grupos: o dos esperançosos que festejam a declaração e o dos céticos que reconhecem o avanço mas suspeitam de segundas intenções. E ambos estão corretos. A comemoração é válida, pois se trata sim de um momento histórico para o país, mas também é preciso enxergar que o discurso emotivo de Obama foi, na verdade, motivado por razões puramente racionais. A começar pelo momento exato escolhido para divulgar seu posicionamento - um dia depois da publicação de umapesquisa que diz que metade da população americana apoia esse tipo de união, no mesmo dia em que ganhava força nas redes sociais uma campanha que tenta revogar a lei que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo na Carolina do Norte e um dia antes de uma reportagem do jornal Washington Post revelar que o pré-candidato republicano e seu futuro rival, Mitt Romney, praticava bullying contra colegas homossexuais na adolescência. Timing perfeito.
E mesmo que um levantamento divulgado logo depois pelo jornal The New York Times mostre que 67% dos entrevistados acreditam que a atitude de Obama resulta mais de cálculo político do que de convicção pessoal, o presidente não demorou para começar a colher os bons frutos de sua declaração - em apenas uma hora e meia, os cofres da campanha democrata receberam 1 milhão de dólares em doações. E isso não foi uma surpresa, e sim o resultado já esperado de uma manobra cuidadosamente orquestrada de olho nos benefícios políticos e financeiros. "Eu não concordo com editoriais que tenho visto na imprensa falando que a decisão de Obama foi arriscada. Na verdade, acho que foi uma estratégia esperta considerando as tendências apresentadas pela opinião pública. E eu não acho que ele vai perder muitos votos, de forma alguma", disse ao site de VEJA David A. Schultz, professor de direito e especialista em política da Universidade de Hamline, nos EUA.
Minorias - Quando foi eleito, em 2008, Obama era considerado um verdadeiro representante das minorias americanas, que viam nele um presidente revolucionário capaz de atender a todas as suas causas. Mas pouco dessa ambição foi transformada em prática e, conforme seu mandato aproximava-se do fim, ele foi sendo acusado de se inclinar para o centro e perder a coragem para enfrentar a oposição no Congresso. "Barack Obama tem agora um problema de entusiasmo. As pessoas não estão tão entusiasmadas com ele como há quatro anos. Ele decepcionou os eleitores por prometer que iria pressionar muito os republicanos em assuntos sobre os quais ele não se esforçou tanto depois. Estamos vendo uma tentativa de tentar recuperar isso", analisa Schultz. Portanto, Obama queria - e precisava - fazer as pazes com esses eleitores o mais rápido possível, especialmente os homossexuais a quem ele havia prometido defender.
Depois de abolir a lei discriminatória Don't Ask, Don't Tell (Não Pergunte, Não Conte, em tradução livre), que proibia militares de se assumirem gays, o presidente acabou voltando seus esforços a outros temas e deixou de lado a defesa dos direitos dos homossexuais. Por anos, ele relutou em se posicionar explicitamente sobre o casamento gay. E quanto mais ficava em cima do muro, maior era o risco de perder um valioso apoio para a reeleição, como enfatiza a reportagem especial publicada pela revista Newsweek sob o título O Primeiro Presidente Gay dos EUA. "Houve, é claro, frieza política por trás disso. Um em cada seis dos responsáveis por angariar fundos para a campanha de Obama é gay, e ele precisa do dinheiro deles", diz o artigo assinado por Andrew Sullivan, blogueiro político e homossexual assumido. Além disso, completa Sullivan, alguns doadores gays já haviam ameaçado abandonar o democrata. Confira, na lista abaixo, as declarações dele sobre o tema ao longo dos anos:

A evolução da opinião de Obama quanto ao casamento gay

1 de 7

2004

Obama em 2004: 'Casamento é entre um homem e uma mulher'
Durante sua campanha para concorrer a uma vaga no Senado dos Estados Unidos, Obama disse acreditar que "casamento é entre um homem e uma mulher". Como sempre, justificou a declaração com a sua fé cristã, mas, ao mesmo tempo, deu apoio à união civil entre gays.
Indecisos - Outro campo onde Obama pode angariar novos votos é no de eleitores indecisos - sempre determinantes nas eleições dos EUA, um país praticamente dividido ao meio quando o assunto é política. Pesquisas de opinião revelam que, proporcionalmente, a maioria deles seria a favor do casamento gay, o que vai beneficiar o atual presidente, uma vez que seu adversário,Mitt Romney, fez questão de reforçar sua posição contra o casamento entre homossexuais no mesmo dia em que o democrata se declarava a favor. "As pessoas que não vão votar em Obama por causa da sua posição sobre casamento gay já desconfiavam que ele se posicionaria assim e não votariam nele de qualquer forma", pondera o especialista em política, acrescentando que, enquanto Obama conseguir direcionar os debates às questões sociais, estará em vantagem. "Se as pessoas olharem para as eleições como um referendo sobre a economia, ele pode perder. Mas, agora, ele praticamente fez da eleição um referendo sobre casamento gay - e se fortificou."
E apesar de muito ter sido dito sobre uma possível pressão a que o presidente estaria sendo submetido depois que seu vice, Joe Biden, declarou-se a favor do casamento gay, Schultz acredita em outra hipótese: até a fala de Biden teria sido planejada, como um teste para avaliar a repercussão entre os eleitores sem queimar a imagem de Obama. "Estou convencido de que o apoio de Joe Biden foi o que chamamos aqui de um 'balão de ensaio', para ver como os EUA reagiriam. Se a reação fosse positiva, o presidente poderia fazer a mesma coisa", sustenta o professor. Fato é que um líder com a força política de Obama não daria um passo em direção a um terreno tão escorregadio sem saber onde está pisando. Como bem definiu o blogueiro político Andrew Sullivan em seu artigo na Newsweek, esse caso permite definir o presidente como dois políticos em um: de um lado, o frio, calculista, implacável e com nervos de aço; do outro, aquele que, no fim, só quer fazer a coisa certa.

Partido de Merkel estuda rever política para casais gays



Decisão veio após o Tribunal Constitucional decidir que governo democrata-cristão deve dar mais direitos de adoção de crianças aos gays na Alemanha


Os principais dirigentes do Partido Democrata Cristão (CDU), da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, estão estudando a possibilidade de tornar mais liberal a política da legenda para casais do mesmo sexo. A decisão veio depois de uma ordem do Tribunal Constitucional do país para que o governo desse mais direito de adoção de crianças aos casais gays – numa decisão constrangedora para a líder alemã.
O tribunal decidiu na semana passada que um homossexual deveria ser autorizado a adotar uma criança já adotada por seu parceiro, e que a atual proibição é inconstitucional porque viola o princípio da igualdade de tratamento. A corte deu ao governo até julho de 2014 para alterar a lei, que se aplica a homossexuais vivendo em parceria civil.
"Vamos, naturalmente, implementar a decisão do Tribunal Constitucional. Ao mesmo tempo, vamos ver se alterações fiscais são necessárias", disse Volker Kauder, líder do grupo parlamentar da CDU, em declarações ao jornal dominical Welt am Sonntag. Em um congresso do partido em dezembro, a CDU desconsiderou uma proposta de dar a casais do mesmo sexo os benefícios fiscais concedidos aos heterossexuais.
A CDU tem procurado aumentar seu apelo à população das áreas urbanas, antes de uma eleição federal em setembro, dando papéis mais importantes para as mulheres e minorias étnicas.

'A união homossexual não é normal', diz candidato à presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara

Além de afirmar que os africanos carregam uma maldição desde os tempos de Noé, pastor Marco Feliciano também tentou derrubar a decisão do STF que permite a união civil entre pessoas do mesmo sexo


Considerada uma das comissões que produzem os debates mais acalorados da Câmara, a Comissão de Direitos Humanos será palco de novo embate nesta terça-feira, quando o PSC (Partido Social Cristão) indicar o deputado Marco Feliciano, de 40 anos, para presidir o colegiado. Pastor da Assembleia de Deus, Feliciano não é um homem de meias palavras. Nos últimos tempos, provocou confusão ao afirmar que os africanos carregam uma maldiçãodesde os tempos de Noé. Também ganhou a pecha de homofóbico ao apresentar um projeto para tentar derrubar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que permite a união entre pessoas do mesmo sexo.

É uma pena que um tema tão amplo e relevante quanto o dos direitos humanos possa se ver limitado à discussão – que tende a se tornar caricata e estéril – entre um prócer do PSC e integrantes do bloco de partidos de esquerda, que há tempos indicam o seu presidente. Porém, na partilha das comissões temáticas, coube ao PSC, que tem 16 deputados e apoia o governo Dilma Rousseff, o comando da comissão. O deputado conversou nesta segunda com o site de VEJA. Leia trechos da entrevista.

O senhor disse em plenário viver um “tempo de caça às bruxas” sobre questões homossexuais. Acha que o Congresso representa todos os setores da sociedade brasileira? Não temos democracia aqui. A democracia só funciona para uma parte desse grupo que se diz minoria. Minoria, entretanto, é quem não tem vez, não tem voz, não tem acesso a trabalho, não consegue estudar. Onde o grupo LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) se encaixa nisso? Eles se escondem atrás de um rótulo de minoria, não para buscar direitos, mas privilégios.

Mas eles não têm direito a defender as causas que considerem adequadas? Entre os projetos de lei que eles querem ver aprovados está a instituição de cotas dentro das universidades públicas. Se não começar a segurar um pouco esse tipo de iniciativa gay, em breve não haverá mais controle. Daqui a pouco vão criar dentro do Brasil uma nova raça, uma raça superior.

O senhor já foi acusado de racismo. Houve uma polêmica com a cantora Preta Gil, que não fui eu que comecei [o deputado Jair Bolsonaro disse ao programa humorístico CQC que seus filhos não namorariam negros porque não haviam sido criados em um “ambiente de promiscuidade”]. Um ativista do movimento negro me provocou e perguntou o que eu achava. Disse que repousava sobre o continente africano, até na África do Sul, com população branca, uma maldição patriarcal. Mas repare no meu cabelo. Somos todos descendentes de negros.

Não acha que suas posições religiosas comprometeriam suas funções na Comissão de Direitos Humanos? A comissão discute exatamente como garantir melhores condições para setores considerados excluídos. Existe um protecionismo exacerbado com o movimento LGBT. O medo deles é que eu comece a revirar a caixa de Pandora e ver onde as verbas foram investidas, se houve direcionamento. Não tenho problemas em discutir assuntos ligados à homossexualidade. Eles é que não dão direito ao contraditório. Não os xingo de nenhuma palavra. As palavras obscurantista, fundamentalista e desgraçado foram usadas por eles contra mim.

O senhor não acha que os homossexuais sofrem perseguição? Quando homossexuais são feridos, mortos ou quando sofrem qualquer tipo de preconceito, aí é uma questão de direitos humanos. Mas também me preocupo, por exemplo, com os brasileiros presos no exterior por estarem ilegais. Ninguém pergunta pelos direitos deles. 

Mas o senhor fala em medo da causa gay? Nosso medo é só esse: união homossexual não é normal. O reto não foi feito para ser penetrado. Não haveria condição de dar sequência à nossa raça. Agora, o que se faz dentro de quatro paredes não me diz respeito.

Medo de quê? Deveria haver posições menos radicais na comunidade LGBT. Os gays destroem qualquer pessoa que se levante contra eles. 

Por que o senhor apresentou um projeto para sustar a decisão do STF favorável à união civil de homossexuais? O casamento gay fere os direitos da Igreja. Apresentei uma proposta de plebiscito sobre a união civil. Pergunte se o grupo de direitos dos gays aceitou. Por que não posso defender o meu plebiscito? Falo por parábolas: certa vez havia animais correndo de um fogo na floresta e um beija-flor trazia uma gota d’água no bico e ia tentar apagar o fogo. Faço a minha parte. Nosso país é conservador.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

'Essa música é para Elton John, eu o perdoo!', afirma Madonna durante show

Madonna fez primeiro show da turnê
 'MDNA World Tour' (Foto: Getty Images)

Demorou pouco mais de um mês, mas Madonna finalmente falou sobre aos comentários ofensivos que Elton John fez sobre sua carreira durante uma entrevista. O músico britânico afirmou que a Rainha do Pop se comporta como 'uma stripper de quinta categoria' e acrescentou que a sua atual turnê é um 'verdadeiro desastre'. 

A norte-americana resolveu responder as acusações do colega durante um show que encerrou a turnê europeia do álbum MDNA, na última terça-feira (21) em Nice, no sul de França. Antes de mostrar a faixa Masterpiece, Madonna dedicou sua performance ao músico. 

"Dedico essa música ao Elton John porque sei que ele gosta muito. E também sei que é um grande fã do meu trabalho. E sabem que mais? Eu perdoo! Alguém tem que ceder", afirmou. Porém, a intenção da cantora parece não ter sido assim tão inocente. 

Vale lembrar que o single Masterpice ganhou o prêmio de Melhor Canção Original na premiação Golden Globe Awards ao desbancar a faixa Hello Hello de Elton John. Seria a dedicatória uma provocação velada de Madonna? Veja a declaração no vídeo abaixo: 


Esse não foi o primeiro atrito público envolvendo o britânico e Madonna. Ele o acusou em 2007 de dublar durante seus shows e este ano retomou as acusações após a cantora se apresentar no Super Bowl. Em dezembro, a Rainha do Pop virá ao Brasil com a turnê do álbum MDNA, e subirá ao palco no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Porto Alegre. 

'Brinquei de boneca até os 14 anos; todos acham que sou gay' diz Anderson Silva


O supercampeão dos médios permanece uma das figurinhas mais carimbadas da mídia na atualidade. Desta vez, Anderson Silva está na Playboy de setembro, onde concedeu extensa entrevista.
Anderson Silva (Foto: Divulgação)

Com sinceridade ímpar mesmo nas perguntas usuais, Anderson respondeusobre algumas peculiaridades na infância. O lutador nasceu em São Paulo, mas foi criado por tios em Curitiba, no Paraná.

O Spider afirmou que brincava de boneca com a irmã até os 14 anos, e disse que achava tudo normal. "Também botava tamanco, usava vestido", declarou o Spider.

Casado há mais de 15 anos e pai de cinco filhos, Anderson mais uma vez se declarou um cara extremamente vaidoso. Por isso, e também pelo fato de ter a voz fina, afirmou que muita gente até hoje 'tem certeza' de que ele é gay.

Igreja da Nova Zelândia divulga cartaz apoiando casamento igualitário

Igreja divulga cartaz apoiando casamento
 igualitário (Foto: Reprodução)

Um outdoor que trás como ilustração um bolo de casamento decorado com duas noivas se beijando anda chamando a atenção. Mas dessa vez não é pelo fato de a campanha apoiar os direitos LGBT, mas sim por ter sido feita por uma igreja. 

O anúncio, que traz além da imagem uma frase em que diz: “Nós não nos importamos com quem está no topo”, é da St Matthew-in-the-City, igreja anglicana de Auckland, na Nova Zelândia.

A igreja declarou que não deve ser nenhuma surpresa que a St Matthew, com seu longo histórico de apoio à comunidade LGBT, seja a favor da legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo no país.

“Nossa pergunta é: por que qualquer igreja não aprovaria duas pessoas fazendo um compromisso de amor uma com a outra?”, afirmam.

Zac Efron nega boatos e diz: 'Não sei o que tem de ruim em ser gay'


Ator de 'High School Musical' falou com a revista americana 'The Advocate'. 
'Eu me senti abraçado pela comunidade, me sinto honrado', disse. 

Zac Efron (Foto: Just Jared)


Zac Efron concedeu sua primeira entrevista a uma publicação dedicada ao público LGBT, a revista "The Advocate". Ele negou ser homossexual, informação publicadapela "Details", revista também dedicada à comunidade LGBT americana.

“Não gosto de viver com medo por causa de rumores. Mas não sei o que tem de ruim em ser gay", disse o ator. Ele falou também de sua relação com fãs LGBTs. “Depois de 'High School Musical' e 'Hairspray', sempre me senti abraçado pela comunidade gay, e eu me sinto grato e honrado", completou.

Efron ainda teve tempo de comentar sobre o fato de ser a favor de casamentos entre pessoas do mesmo sexo. "É um problema que afeta muitas pessoas na minha vida - muitos dos meus amigos próximos e algumas das pessoas mais influentes em torno de mim. Eu só quero que todos sejam felizes. Isso poderia me fazer tão feliz de vê-los capazes de viver suas vidas e fazer o que eles querem fazer", contou.